Centralize documentos, colaboradores e processos em uma única plataforma
O GID elimina a burocracia manual, garante conformidade com as NRs e transforma a rotina operacional em evidência auditável — antes de alguém pedir.
15 módulos contratáveis isoladamente ou combinados · 100% em nuvem · sem instalação
Por que o GID
100% em nuvem
Acesso seguro de qualquer lugar, sem instalação e sem servidor na obra.
Zero redigitação
O dado entra uma vez e serve a todos os módulos. Sem versão divergente.
Rastro completo
Quem fez, quando, com qual documento e com qual assinatura. Sempre recuperável.
Modular de verdade
Contrate só o que usa. Ative módulos novos sem migração e sem reimplantação.
15 módulos, uma base de dados
Cada módulo resolve um problema inteiro sozinho. Juntos, eliminam a redigitação e as versões divergentes que criam o passivo.
Gestão de Colaboradores
O prontuário digital de cada pessoa que entra na sua operação.
Ver o módulo 1 telaEmpresas e Terceiros
Responsabilidade solidária sob controle, empresa por empresa.
Ver o módulo 1 telaPortaria e Controle de Acesso
A catraca decide pelo documento, não pelo porteiro.
Ver o módulo 1 telaMatriz de Treinamento
O treinamento vira documento válido sozinho.
Ver o módulo 1 telaAPR — Análise Preliminar de Risco
O risco analisado antes de o serviço começar, não depois do acidente.
Ver o módulo 1 telaPT — Permissão de Trabalho
A permissão não sai sobre APR vencida. O sistema não deixa.
Ver o módulo 1 telaGestão de Risco
Do desvio anotado no papel ao plano de ação com prazo e dono.
Ver o móduloChecklists de Inspeção
Inspeção com base legal por pergunta e ação automática no item crítico.
Ver o módulo 1 telaDDS e Bem-Estar
A evidência de gestão psicossocial que a NR-1 passou a cobrar.
Ver o módulo 1 telaControle de Ponto
Jornada registrada com prova — em obra, em campo ou no escritório.
Ver o móduloFicha de EPI
A prova de entrega que se sustenta numa reclamatória.
Ver o móduloAlmoxarifado — Material
Do pedido à requisição, com o preço da nota conferido contra o pedido.
Ver o móduloAlmoxarifado — Ferramentas
Ferramenta é patrimônio, não quantidade em prateleira.
Ver o móduloGestão de Equipamentos
Máquina com documento vencido não deveria entrar em operação — e aqui não entra.
Ver o móduloRDO — Relatório Diário de Obra
A memória do dia da obra, registrada enquanto acontece.
Ver o móduloOs módulos, por dentro
O que cada um faz, para quem serve e qual problema deixa de existir — com a tela real do sistema.
Gestão de Colaboradores
O prontuário digital de cada pessoa que entra na sua operação.
Todo documento, exame, treinamento e evento da vida do colaborador em um registro único, versionado e com validade controlada. A esteira documental abre automaticamente conforme a função e só marca o colaborador como apto quando tudo está válido — não quando alguém diz que está.
Prontuário completo
Documentos pessoais e profissionais, contrato, ficha de registro e foto — tudo por colaborador, versionado.
ASO e exames ocupacionais
Admissional, periódico, mudança de função, retorno e demissional, com histórico de saúde e validade.
Alerta antes de vencer
Notificação automática em escalas configuráveis. O vencimento deixa de ser descoberto na auditoria.
Esteira documental sequencial
Cada documento libera o próximo. O status de aptidão é calculado, não digitado.
Quem usa: Técnico de segurança, RH, DP e medicina do trabalho
Nenhum colaborador circula com documentação vencida — porque o sistema não permite que ele fique apto.
Empresas e Terceiros
Responsabilidade solidária sob controle, empresa por empresa.
Cada fornecedor tem seu próprio dossiê por CNPJ, com esteira documental sequencial e status de conformidade visível. Quando a empresa fica irregular, o bloqueio desce em cascata sobre toda a equipe dela — sem precisar avisar ninguém.
Dossiê por CNPJ
Contrato social, certidões, PGR, PCMSO e LTCAT vigentes, laudos, ART/TRT, apólices e comprovantes.
Esteira e bloqueio
Envio sequencial pelo próprio terceiro, aprovação com parecer registrado e bloqueio em cascata sobre a equipe.
Ranking de conformidade
Ranking por obra, painel multiempresa centralizado e acesso por perfil e por contrato.
Reprovação rastreável
Toda recusa carrega motivo, autor e data — a conversa com o fornecedor deixa de ser por e-mail.
Quem usa: Suprimentos, contratos, engenharia e segurança do trabalho
O terceiro irregular deixa de ser uma descoberta e passa a ser um bloqueio automático, com registro da tentativa.
Portaria e Controle de Acesso
A catraca decide pelo documento, não pelo porteiro.
O crachá com QR Code é lido em qualquer dispositivo e a liberação consulta, em tempo real, a aptidão documental do colaborador e a regularidade da empresa dele. Reconhecimento facial iDFace quando fizer sentido, por túnel seguro — sem abrir portas na rede da obra.
QR Code do crachá
Funciona em celular, tablet ou totem. Sem catraca proprietária e sem obra civil para começar.
Efetivo em tempo real
Quem está dentro agora, por empresa e por função — essencial em emergência e abandono de área.
Visitantes com autocadastro
O visitante se cadastra pelo próprio celular antes de chegar. A portaria só confere e libera.
Facial iDFace integrado
Túnel dedicado, sem IP público exposto, com o mesmo cadastro servindo acesso físico e ponto.
Quem usa: Portaria, segurança patrimonial e administração de obra
A liberação por bom senso. Documento vencido, treinamento faltando ou empresa irregular = acesso negado, com o motivo na tela.
Matriz de Treinamento
O treinamento vira documento válido sozinho.
A matriz define, por função e CBO, quais treinamentos são obrigatórios e com qual periodicidade. O colaborador realiza pelo portal com token pessoal, faz a avaliação e assina digitalmente — e a documentação de SST dele é atualizada automaticamente, com versionamento e validade herdada da norma.
Obrigatórios por função
A matriz por CBO aponta o que falta para cada pessoa. O gap deixa de ser opinião.
Token pessoal e avaliação
Realização pelo portal com identificação individual, prova e assinatura digital ao final.
Certificado em PDF
Emitido automaticamente, com carga horária, conteúdo programático e instrutor responsável.
Atualização automática
Aprovação, versionamento e validade herdada — sem ninguém subir arquivo manualmente.
Quem usa: Segurança do trabalho, RH e coordenação de obra
O intervalo entre "treinou" e "tem certificado arquivado" — que hoje é de semanas — cai para zero.
APR — Análise Preliminar de Risco
O risco analisado antes de o serviço começar, não depois do acidente.
Cada passo da atividade recebe os riscos que lhe são próprios, e cada risco recebe nível e barreiras de controle, proteção e suporte escritas para aquele serviço — não marcadas num catálogo fixo. A APR nasce de uma biblioteca de passos reutilizável, é versionada, aprovada em etapas e assinada; e é ela que a Permissão de Trabalho vai exigir vigente.
Um passo, vários riscos
Cada risco com seu nível e suas três camadas de barreira, digitadas para o serviço real.
Biblioteca e montagem assistida
Reaproveita passos de APRs já aprovadas do mesmo tipo de trabalho, com complemento por IA — tudo editável.
Vínculo com o PGR e validade
A APR se amarra ao inventário de riscos e tem prazo. Vencida, ela trava o serviço a jusante.
Offline no campo
Preenchida no aplicativo em subsolo ou fundo de terreno, sem internet, e sincronizada depois com a assinatura na tela.
Quem usa: SESMT, encarregados e líderes de frente
A APR copiada de outra obra e assinada em branco. Risco alto sem barreira declarada não passa na aprovação.
PT — Permissão de Trabalho
A permissão não sai sobre APR vencida. O sistema não deixa.
A emissão consulta a APR do serviço e recusa o que estiver sem aprovação ou fora da validade — é bloqueio, não aviso. Emitida, ela vira a verificação passo a passo da própria APR em campo: conforme, não conforme ou não aplicável, item por item. Conclusão não satisfatória paralisa o serviço e abre plano de ação no mesmo instante.
Gate sobre a APR
APR não aprovada ou vencida = permissão recusada, com o motivo na tela de quem tentou emitir.
Verificação item a item
Os passos da APR viram checklist na PT; o que não estiver conforme fica registrado com o nome de quem verificou.
Paralisação automática
Conclusão não satisfatória interrompe o serviço e abre plano de ação com responsável e prazo.
PDF assinado
Documento gerado com as assinaturas digitais; sem elas, com as linhas físicas — nunca um papel sem rastro.
Quem usa: Emitentes, requisitantes, SESMT e liderança de área
A permissão assinada por hábito. Quem paralisa passa a ser a regra, não a coragem de quem estava lá.
Gestão de Risco
Do desvio anotado no papel ao plano de ação com prazo e dono.
Qualquer pessoa em campo registra um desvio, um reconhecimento ou um acidente pelo celular — inclusive sem login, por QR Code público. O registro entra num workflow com SLA, investigação de causa e plano de ação que só fecha com evidência.
Captura em campo
QR Code público sem login, foto, local e descrição pelo celular. Registro anônimo quando aplicável.
Investigação estruturada
Causa raiz, classificação por severidade, workflow com SLA e notificação automática de atraso.
Plano de ação com dono
Ação, responsável e prazo definidos. O fechamento exige evidência anexada.
Aderência e reincidência
Dashboard de desvios abertos, SLA estourado, reincidência e taxa de fechamento.
Quem usa: Todo o efetivo em campo, SESMT, CIPA e liderança
A pergunta "o que vocês fizeram a respeito?" passa a ter resposta documentada, com data e evidência de fechamento.
Checklists de Inspeção
Inspeção com base legal por pergunta e ação automática no item crítico.
Cada pergunta carrega a norma que a sustenta e o critério objetivo de aceitação, então a inspeção deixa de depender do que o inspetor entende por "conforme". O checklist é versionado, tem pontuação e criticidade por item — e item crítico reprovado não vira observação: vira plano de ação aberto, com dono e prazo.
Base legal por pergunta
A norma e o critério de aceitação ficam ao lado do item, no momento da inspeção.
Pontuação e criticidade
Nota por checklist e peso por item: o que é crítico não se dilui na média.
Ação automática
Item crítico reprovado abre plano de ação sozinho, sem depender de alguém lembrar.
Bloqueio na origem
No almoxarifado, o checklist reprovado manda a ferramenta para manutenção em vez de para a mão do colaborador.
Quem usa: SESMT, manutenção, almoxarifado e encarregados
A lista de verificação que todo mês volta com tudo "OK" e nenhuma evidência do que foi olhado.
DDS e Bem-Estar
A evidência de gestão psicossocial que a NR-1 passou a cobrar.
Planejamento mensal dos diálogos em kanban, execução com presença assinada e, junto disso, um canal estruturado de escuta e triagem de fatores psicossociais. Desde 26/05/2026 esses fatores integram obrigatoriamente o GRO e o PGR — e campanha de conscientização não comprova gestão de risco.
Planejamento em kanban
Temas distribuídos no mês por equipe e frente de serviço, com responsável definido.
Presença assinada
Lista assinada no celular, foto do grupo e ata em PDF gerada ao final do diálogo.
Biblioteca de temas
Conteúdos prontos por norma e por risco, reutilizáveis e adaptáveis à sua realidade.
Triagem psicossocial
Check-in de bem-estar periódico; fatores mapeados alimentam a aptidão e o inventário do PGR.
Quem usa: SESMT, RH, lideranças de equipe e CIPA
A palestra anual como única prova. O que comprova é registro contínuo, plano de ação e monitoramento.
Controle de Ponto
Jornada registrada com prova — em obra, em campo ou no escritório.
Quatro formas de marcação convivendo na mesma base: reconhecimento facial, aplicativo móvel, totem e registro manual justificado. Escalas CLT, turno noturno e 12x36, banco de horas em múltiplos modos, geolocalização por safe zone e fechamento com assinatura digital do colaborador.
Facial, app, totem e manual
A mesma folha aceita as quatro origens, cada marcação identificada pela sua fonte.
Safe zone por obra
Marcação válida apenas dentro do perímetro configurado da obra ou do posto.
Escalas e banco de horas
CLT, noturno, 12x36 e escalas próprias, com banco de horas em modos configuráveis.
Fechamento assinado
Folha conferida, fechada e assinada digitalmente — sem papel e sem contestação.
Quem usa: DP, RH, encarregados e o próprio colaborador
A discussão de horas na rescisão deixa de ser palavra contra palavra e passa a ser registro contra registro.
Ficha de EPI
A prova de entrega que se sustenta numa reclamatória.
Ficha individual digital de entrega de EPI, com controle de Certificado de Aprovação e validade, assinatura no ato e histórico completo por colaborador. Aderente à NR-6 e ao evento S-2240 do eSocial.
Entrega e assinatura
Assinatura digital no ato, motivo da entrega (primeira, troca ou perda) e responsável registrado.
CA e validade
Certificado de Aprovação por item, alerta de CA vencido e bloqueio de entrega com CA inválido.
Estoque e histórico
Saldo por item e por almoxarifado, histórico por colaborador e consumo por equipe e período.
Exportação eSocial
Base pronta para o evento S-2240, sem redigitação e sem planilha paralela.
Quem usa: Almoxarifado, segurança do trabalho e DP
A ficha de EPI perdida, rasurada ou assinada em branco — junto com o custo que ela representa em juízo.
Almoxarifado — Material
Do pedido à requisição, com o preço da nota conferido contra o pedido.
Catálogo em três níveis (categoria, base e variação), pedido de compra, e entrada de estoque lendo o XML da nota fiscal — que é onde o sistema confronta o preço cobrado com o preço pedido. O estoque é por lote e por local de armazenamento, e a saída passa por aprovação.
Entrada por XML da NF-e
O documento fiscal alimenta o estoque e confronta o preço com o pedido, item a item.
Catálogo em três níveis
Categoria, base e variação: "luva" deixa de ser um item só com dez tamanhos escondidos.
Lote e local
Saldo por lote e por local de armazenamento — inventário que fecha com a prateleira.
Saída com aprovação
A requisição passa por quem responde pelo custo antes de o material sair.
Quem usa: Almoxarifado, suprimentos e administração de obra
A diferença entre o que foi comprado e o que foi cobrado, descoberta na conciliação do mês seguinte.
Almoxarifado — Ferramentas
Ferramenta é patrimônio, não quantidade em prateleira.
Cada ferramenta tem número de patrimônio e um estado próprio: disponível, emprestada ou em manutenção. A saída só acontece depois do checklist de conformidade daquele item — e o que reprova em criticidade alta vai para manutenção, não para a mão do colaborador. Ferramenta locada tem vistoria de entrada e de encerramento.
Controle por patrimônio
Cada item é único e rastreável: com quem está, desde quando e em que estado.
Checklist antes de sair
Conformidade verificada na entrega. Criticidade alta encaminha para manutenção automaticamente.
Locação com vistoria
Equipamento locado entra e sai com vistoria registrada — a base da discussão com o locador.
Devolução rastreada
Histórico completo por ferramenta e por colaborador, sem caderno na portaria do almoxarifado.
Quem usa: Almoxarifado, manutenção e encarregados
A pergunta "quem ficou com a esmerilhadeira?" e a ferramenta danificada que volta ao uso sem ninguém ver.
Gestão de Equipamentos
Máquina com documento vencido não deveria entrar em operação — e aqui não entra.
Cada máquina, veículo ou equipamento pesado tem o seu próprio dossiê documental: ART, laudos, certificados e checklists de operação, com validade controlada e validação registrada. Documento fora do prazo bloqueia o equipamento, e o que está bloqueado aparece no painel de pendências ao lado de colaboradores e empresas irregulares.
Dossiê por equipamento
ART, laudos e certificados anexados ao próprio equipamento, com validade e parecer de validação.
Bloqueio por irregularidade
Documento vencido ou reprovado marca o equipamento como bloqueado, visível para quem opera.
Checklist de operação
Verificação periódica vinculada ao equipamento, com histórico e registro fotográfico.
No painel junto do resto
Equipamento entra no Centro de Pendências com colaboradores e empresas — uma tela só para agir.
Quem usa: Manutenção, engenharia, SESMT e administração de obra
A retroescavadeira operando com laudo vencido — e a descoberta disso pela fiscalização, não pelo sistema.
RDO — Relatório Diário de Obra
A memória do dia da obra, registrada enquanto acontece.
Efetivo, equipamentos, materiais, clima, atividades e ocorrências consolidados em um único relatório diário — preenchido em campo pelo celular e exportável em PDF. Chuva, falta de frente e interferência de terceiros só sustentam pleito de prazo se estiverem registrados no dia em que ocorreram.
Efetivo por empresa e função
Mão de obra própria e terceira, cruzada com o efetivo real registrado na portaria.
Equipamentos e materiais
Máquinas em operação, paradas e materiais recebidos ou aplicados no dia.
Clima e ocorrências
Tempo por período, frentes executadas, interferências, paralisações e visitas com hora.
Fotos e PDF
Registro fotográfico anexado ao dia e relatório exportável, com histórico completo por obra.
Quem usa: Engenharia, coordenação de obra e planejamento
O pleito contratual sem lastro. O RDO transforma rotina em base defensável para prorrogação de prazo.
A jornada do colaborador, de ponta a ponta
O mesmo cadastro atravessa toda a operação. Nenhuma etapa pede a informação de novo — e cada etapa deixa evidência.
Empresa
O terceiro envia a documentação da pessoa jurídica pela esteira e é aprovado.
Cadastro
O colaborador é vinculado à empresa e à função. A esteira documental abre sozinha.
Treinamento
A matriz identifica o que falta pela função e libera o curso com token pessoal.
Aptidão
Com documento, ASO e treinamento válidos, o sistema marca o colaborador como apto.
Acesso
O crachá com QR Code passa na portaria. Inapto simplesmente não entra.
Evidência
Ponto, EPI, DDS e risco alimentam painéis e a Documentação Mensal automática.
Documentação Mensal: o trabalho que ninguém vê
Todo mês a plataforma gera e atualiza o conjunto documental de SST a partir dos dados que já estão lá. O custo escondido da SST não é o software — é a hora do técnico montando pasta, todo mês, e ainda assim sujeita a erro de versão.
A mesma operação, com e sem o GID
Nada aqui depende de mudar o jeito de trabalhar. O que muda é onde o registro nasce.
Segurança, LGPD e continuidade
Dado de saúde e biometria são dados sensíveis. A plataforma foi construída assumindo essa responsabilidade — e o contrato assume junto.
Proteção técnica
- Criptografia em trânsito (TLS 1.2/1.3) e em repouso (AES-256)
- Autenticação multifator para acessos administrativos
- Controle por perfil, com princípio do menor privilégio
- Segmentação de rede, WAF, monitoramento e alertas
Conformidade LGPD
- Base legal definida por finalidade de tratamento
- Biometria restrita a ponto, acesso e autenticação
- Retenção conforme prazos legais (CLT, INSS, eSocial)
- Resposta a incidente com prazo de 72h à ANPD
Continuidade e saída
- Backup automático criptografado, com verificação de integridade
- Alta disponibilidade em infraestrutura dedicada
- Portabilidade: download completo em ZIP em até 72 horas
- Sem retenção de dados como instrumento de negociação
A responsabilidade dividida com clareza
O GID é ferramenta de apoio à gestão: hospeda, processa, versiona e comprova. A responsabilidade técnica pela elaboração e assinatura de programas, laudos e documentos de SST permanece com os profissionais legalmente habilitados designados pelo contratante. Essa separação está expressa em contrato — e é o que protege as duas partes.
Perguntas frequentes
Não. O GID é ferramenta de apoio à gestão: hospeda, processa, versiona e comprova. A responsabilidade técnica pela elaboração e assinatura de programas, laudos e documentos de SST permanece com os profissionais legalmente habilitados designados pelo contratante.
Não. Todos os módulos são contratáveis isoladamente ou combinados. Comece pelo que dói mais e acrescente o restante a qualquer momento, sem migração de base e sem reimplantação.
Não para começar. A leitura do QR Code do crachá funciona em celular, tablet ou totem, com vários pontos de acesso simultâneos por obra. Dispositivos biométricos iDFace são integrados depois, quando fizer sentido, por túnel seguro dedicado.
Pelo módulo de DDS e Bem-Estar: check-in periódico do colaborador, triagem de fatores psicossociais, plano de ação com responsável e prazo, e monitoramento contínuo. Esses fatores alimentam o inventário de riscos do PGR — que é o registro de processo que a fiscalização pede desde 26 de maio de 2026.
A implantação é assistida e acontece em quatro fases: configuração da estrutura e das regras, carga inicial de colaboradores, empresas e documentação, capacitação por perfil e entrada em operação com portaria ativa e Documentação Mensal rodando.
Sim. A portabilidade prevê download completo em ZIP em até 72 horas, e o contrato veda expressamente a retenção de dados como instrumento de negociação.
Pronto para transformar a gestão operacional da sua empresa?
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